O rei da sanfona…


Nos últimos 24 meses eu me “empenhei com afinco” em não ter regras, sejam elas referente às corridas ou as comidas. E o resultado não poderia ser outro: correr 5k morrendo e 8kg a mais.

Na minha vã filosofia eu deveria viver, e viver como todo mundo “sabe” se traduz em comer, beber e “ser feliz”, mesmo que por alguns instantes. 

O problema é que a realidade bate, a roupa aperta e a frequência vai lá nas alturas. Nesse momento você pensa: quem é o rei da sanfona??

Eu já transitei entre o quase obeso (98kg), o gordinho da cara da bolacha (83kg) e o Ironman fitness (66kg) com 7% de BF (percentual de gordura) e no estágio atual nem gordo, nem magro, mas fora de forma 74kg (tóin…).

Hoje o rei da sanfona sou eu e olha que nem sei tocar esse belo instrumento.
Resolução de segunda-feira: Correr uma maratona e chegar aos 70kg com 10% de BF. 

Que comecem os jogos…

No balanço dessas ondas


Ontem o dia estava bem meia boca, nublado e ventando de norte/nordeste. Não era dia de surf.

Quando cheguei em casa, após dar banho na minha filhota Lara, calcei o tênis e saí para correr o de sempre, 5k ou 30min, ou o que acontecer primeiro hehehe.

Fui no passo da tartaruga. Tentei ir pela praia, mas acabei fugindo do vento e fui pelo asfalto.

Rodei, rodei e quando ví já havia se passado 10k e pouco mais de 1h de corrida. 

Fiz o desenho de sempre, o pente do meu percurso particular de treino. Já rodei mais de 27km num único longão pelas ruas do bairro.

O que mais me chamou a atenção foi o fato de que o corpo continua com lastro, mas falta a cabeça para impulsionar. Diversas vezes não corri devido a não ter vontade.

Essa semana tentarei correr 3x, 1h + 40min + 1h até sexta-feira.

É bom correr assim, mais equilibro e serenidade.


Aloha!

Coisas que eu já não via correndo…


Hoje  lembrei de uns causos que aconteceram anos atras quando eu iniciava nas corridas. Eu escrevi alguns posts contando como conhecia as cidades que eu visitava a trabalho, e assim veio o insight para este post.

Nos últimos tempos eu tenho corrido uma ou duas vezes por semana, entre 30 e 40 minutos, às vezes (bem raras) 1h.  Tenho curtido só rodar olhando a minha volta. Aqui em Floripa tenho a oportunidade de espairecer na praia.

…em Tubarão/SC: tempo quente e meio abafado, já prenuncio de verão, convidativo paga dar uma corrida. Não pensei duas vezes, calcei o tênis e me joguei. Nunca viajei sem tênis, uma vez até esqueci do sapato, mas o tênis never.

A cidade é cortada por vários rios, sendo o principal o Rio Tubarão e na margem do rio há uma ciclovia e uma pista de caminhada/corrida.

Rodei 30 minutos, 5km curtindo o percurso. 

Sempre achei legal observar nas cidades, a quantidade de gente, de todas as idades que estão adeptas a vários esportes. Muito bom mesmo.

Eu sou meio camaleão no esporte, tenho fases. No momento estou vivendo a fase surf. Se correr é ótimo, imagine correr uma onda?! 

É demais, além de exigir muito equilíbrio, condicionamento aeróbio, força e explosão, a adrenalina e endorfina inundam nosso cérebro rs. É tipo correr uma trilha subindo e descendo morro só que na água hehehe.

Hoje corri com prazer! Foi bom, a cabeça está e ordem e as pernas não estão bambas =)

Aloha!

Este diário online conta um pouco sobre cada um de nós corredores

encruzilhada

Olá pessoal!

A vida nos leva por caminhos que as vezes não temos como escapar. Podemos enfrentar caminhos fáceis e também tortuosos, mas o que vale é a passagem e não a estrada.

Eu comecei a correr em 2010 e desde então escrevi aqui neste blog quase que diariamente contando meus treinos, provas e compartilhando o que estava descobrindo deste maravilhoso mundo das corridas.

Em 2015 após várias provas de corrida de rua, trilhas e triatlo eu fechei um ciclo com o Ironman Florianópolis 2015 e desde então me desliguei das corridas, não por motivo de saúde, mas sim, por motivos da vida e também quando tudo se tornou um tanto chato. Os treinos deixaram de ser divertidos e viraram obrigação me na seguinte encruzilhada:

Dar um tempo ou seguir. Fiz uma tentativa no primeiro semestre de 2016, mas acabei desistindo.

Deixo esse blog em stand by até me sentir feliz novamente com as corridas, talvez deva reler os posts, pois certamente me darão vontade de retomar.

Fiquem a vontade, tem muita história engraçada, muito treino pesado e muita prova legal. Além da infinidade de pessoas que conheci virtualmente e pessoalmente correndo por aí.

Este diário online conta um pouco da estória de cada um de nós corredores, do que está iniciando nos primeiro metros ao ultramaratonista.

Forte abraço e até breve!

Diego Bandeira.

Planilha em dia

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Há tempos que não ficava com a planilha em dia, fiquei até emocionado de fazer todos os treinos sem matar nenhum, mesmo com a dificuldade que foi para deixar tudo em dia.

Nem é tanto volume, mas o importante é a volta a rotina, do sair para correr mesmo sem vontade, na garoa, no calor, parando, andando e correndo.

Sábado passado eu estava super cansado e deixei para treinar no final da tarde. Acho que foi o dia mais quente do verão, muito abafado e úmido.

Eu corri 5k e não aguentei, me sentei na rua e fiquei um 5 minutos pensando se voltava para casa ou se continuava. Resolvi continuar, corri mais 2,5km e parei de novamente, estava muito quente, mesmo sem sol, só um nublado de final de tarde.

Decidi que iria correr até fechar 10k, então acabei fazendo o treino completo, 15k de longão.

Segue a planilha e vamos em frente.

Correr para crer.

 

1 minuto eterno 1 minuto na velocidade da luz

luz

Semana passada fiz todos os treinos da planilha e estou entrando nos eixos. Já dei uma secada (-2kg), as pernas já não estão tão pesadas e a FC está baixando. Resultado de treino, não tem receita mágica.

Do início do ano até agora já corri mais do que todo o segundo semestre do ano passado. Foi um passado de cada vez, primeiro precisei colocar a cabeça no lugar e agora o corpo está se acostumando a rotina de treinos.

Na semana passada além da rodagem e do longo, fiz o primeiro treino intervalado da planilha.  Fiz 4k de aquecimento + 3 x 5 x 200m com 1’de intervalo + 1k entre as séries.

Hoje, quarta-feira de cinzas novamente encarei um treino de tiro. Hoje foram 4k de aquecimento (bem melhor que na semana passada) + 5 x 200m com 1’de intervalo + 6 x 400m com 2’de intervalo e 1k de desaquecimento.

Cada minuto de corrida era uma eternidade e cada minuto de intervalo passava na velocidade da luz.

Correr para crer.

Algum tempo depois…

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Já nem lembrava mais como era fazer uma prova apenas de corrida, acho que a última foi em setembro/2014, uma meia maratona se não me engano.

Logo que voltei aos treinos me inscrevi na Night Run Costão do Santinho, percurso de 10k, variando entre praia e dunas a noite.

Fui na primeira edição dessa prova em 2012 e 4 anos depois voltei.

O dia foi bastante quente e no final da tarde o tempo fechou e por voltas 19h caiu uma tempestade. A largada era as 21h.

Sai de casa no meio da chuvarada. Ruas alagadas, gente voltando da praia, gente indo para a corrida e o trânsito que já é ruim ficou pior.

A prova estava bem organizada, no kit além da camiseta, número e chip também continua uma lanterna. Útil para enxergar na penumbra os buracos e a trilha.

Em virtude da chuva, do vento e de muitos raios que estavam caindo a prova foi alterada por segurança. Apenas 5k para todo mundo.

Meu treino de 14k foi pro beleléu. Corri 2k de aquecimento e depois 5k na prova.

Foi legal utilizar a lanterna, pois na primeira edição foi na escuridão. O percurso todo muito bem demarcado, embarrado e com areia pesada.

Corri apenas me orientando pela percepção de esforço, uma espécie de fartlek, corrida forte quando dava, diminuía e acelerava.

Durante todo o percurso estava chovendo e quando afunilava nas dunas e trilhas dava para ver aquela fila indiana de luzes. Muito bacana.

No fim das contas fechei os 5k em 25:25″, pace 5:15 e fiquei feliz.

Só de sair de casa naquele temporal já valeu a medalha!!

Correr para crer!