DE TUDO UM POUCO

Triathlon da perna bamba


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Sábado passado fui competir em uma prova de triathlon na distância olímpica/standard (1500/40/10). Minha última participação em uma prova de TRI foi em abril, no longa distância da FETRISC e desde então não houve mais nenhuma prova.

O Parque Malwee como já havia comentado na semana passada é demais, um lugar incrível que vale a pena o passeio com a família, pena que dessa vez não foi possível aproveitar o parque, mas em uma próxima certamente irei mais cedo para curtir.

Já haviam me falado que nadar em água doce era mais difícil, pois a água é mais pesada e realmente eu senti isso durante a natação. A falta de ritmo foi outro fator que me atrapalhou e demorei para me encontrar, mesmo assim, essa etapa saiu dentro do esperado.

Concluí as duas voltas de 750m em 31:58″, mas depois fui analisar e foi péssimo, pois cheguei a nadar 100m em mais de 3 minutos e isso preciso corrigir. A distância total também não fechou em 1500m, pior ainda.

A transição estava a mais de 380m do lago onde foi a natação e precisamos percorrer a distância num piso todo irregular e já encarando algumas subidas e quando saímos da água o cérebro ainda está achando que estamos nadando e isso faz com o sangue ainda esteja nos membros superiores e as vezes ficamos tontos.

Fiz a T1 em 3 minutos, contando a distância de quase 400m foi até em um tempo bom. Montar na bike e sair no piso irregular foi outro desafio.

Depois de encarar o primeiro km num piso de lajota, o percurso da bike era composto de 7 voltas num asfalto todo irregular e esburacado, além de ser um percurso de descidas e subidas e estava a maior ventania. O vento batia num paredão e vinha de todos os lados e não era possível saber quando ele estava a favor, contra ou de lado, foi sofrido e nessa etapa gastei uma boa energia, ficando com dor no abdômen de fazer força durante a pedalada.

Cheguei cansado na T2 e não encontrava a minha bike, pois alguém pegou meu lugar e isso me atrapalhou, pois não encontrava meu tênis e quando encontrei, foi graças a minha mulher que gritou e apontou onde estava meus equipamentos. Ainda consegui esquecer de pegar o porta número e quando fui sair da transição os árbitros me fizeram voltar e pegar o número.

Eu não fui no congresso técnico e dessa forma não conhecia o percurso e não sabia que ele seria todo de subidas e descidas, tipo “rolling hills”. Só sabia que seriam 3 voltas, mas as 3 voltas foram insanas nas subidas com mais de 70m de elevação. Todo mundo caminhava nas subidas e eu resolvi subir correndo, trotando e me arrastando, fazendo aquela cara de mau do BOPE. Na última volta subi sentindo muitas dores nas paturrilhas, posterior da coxa, vasto medial e em todos os músculos das pernas.

Minha expectativa era terminar a prova em 2:50′ e consegui fechar em 2:44:36″, claro que as distâncias nunca batem por vários fatores como por exemplo o percurso não ser aferido, o GPS ter diferença, mas é sempre mínima, pois no total deu 1380m de natação, 39km de pedal e 9,04k de corrida.

Foi a prova mais dura que já fiz, pois as condições e o percurso foram desafiadores e terminei quebrado. Até hoje ainda estou puxando a perna esquerda, pois travou legal depois da prova.

A lição foi que temos que nos adaptar as condições da prova e tirar o máximo de proveito de tudo!

Vou ali melhorar minha natação e já volto com as pernas bambas!

Correr para crer, my way my run!

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Um comentário em “Triathlon da perna bamba

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