COMER E CORRER

Dieta de cutting


caveman

No post do dia 22/01/13 comentei sobre uma dieta que fiz e agora conto como foi.

O conceito dessa dieta eu peguei lendo artigos na internet sobre Bodybuilding até chegar no blog Transpirando de um corredor que fez a dieta depois de se lesionar. Achei conveniente o tema e o momento e resolvi fazer essa experiência. Foi um teste para compreender melhor como funciona meu corpo e além disso, acabou sendo uma grande viagem histórica sobre a evolução de nossa alimentação.

A teoria até então que eu conhecia era de que a redução de calorias e aumento da atividade física criaria um déficit calórico, que deve ou deveria fazer você emagrecer.

A dieta foi assim:

  • 1a semana – 2.200 calorias
  • 2a semana – 1.900 calorias
  • 3a semana – 1700 calorias
  • 4a semana- 1500 calorias

Para montar a dieta é preciso descobrir a taxa de metabolismo basal e depois ir diminuindo a quantidade de calorias e também a redução de carboidratos, logo aumentando o consumo de proteínas. Na 3a semana zerei os carboidratos e na 4a semana inclui novamente carbo na alimentação. Sempre consumindo carbos de baixo índice glicêmico, como batata doce, aveia e algumas frutas.

Malhei forte, treinei 5x na semana, treinos de intensidade e força, mas sem correr pois ainda estava lesionado.

O resultado foi que do dia 26/11/12 até 23/12/12 eu sequei 3kg, passando de 81kg para 79kg. Nas festas de final de ano que não me privei de nada, nem de churrascadas, cervejas, peixadas etc. Mantive o baixo consumo de calorias no período pós réveillon consumindo uma média de 1700 calorias por dia.

Na última segunda-feira dia 28/01/13, fui treinar e aproveitei e me pesei antes do treino e a balança marcou 76,7kg, batendo a meta que havia estabelecido de chegar a 77kg. Certamente fiz uma troca considerável de gordura por massa magra, mas ainda requer uma avaliação física.

Estava garimpando informações na internet e vi uma matéria do Web Run que questionava o consenso profissional sobre emagrecimento. Também citava o Gary Taubes do livro “Why we get fat”, que foi a grande revelação.

Depois de ler o artigo e ficar meio bolado cheguei ao blog do Prof. Adolfo Neto, corredor, professor, contestador e uma fonte confiável de informação e ele indicava o blog do Dr. José Carlos Souto o Dieta Low-carb Paleolítica. E depois fui chegando a outros blogs e assim pirei, havia muito informação para absorver.

Bom, o resultado de toda essa leitura foi quase pirar de tanto assunto que mudou meu conceito. Preciso ler mais a respeito, mas o negócio é mais ou menos assim.

Nessa corrente, linha de pensamento, teoria o sei lá como chamar, não é a redução de calorias que emagrece, nem o déficit calórico e sim a redução de hidratos de carbono, ok, já sabia disso, mas havia um consenso que uma dieta de baixo consumo de carboidratos não faria bem a nossa saúde.

O livro do Gary Taubes explica que nossos genes ainda estão com os registros da geração dos primeiros Homo Sapiens que se alimentavam basicamente de proteínas, fibras, insetos etc. Ele faz você realmente pensar a respeito e ainda comenta que no período paleolítico não existia grãos, cereais, pães e muito menos alimentos processados, a dieta consistia basicamente no consumo de proteínas. Outro autor, médico e um dos maiores especialistas do esporte o Prof. Tim Noakes também defende essa dieta.

É uma doideira só, no sentido que muda completamente a forma de pensar no processo de emagrecimento. Fiquei com vontade de fazer uma experiência e verificar novamente como meu corpo se comporta “me alimentando como um homem das cavernas” hehehe, brincadeira a parte é um tema muito interessante e indico estes blogs e posts que cito no post.

http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br/

http://primalbrasil.com.br/

http://professoradolfo.blogspot.com.br/

Correr para crer, may way, my meal

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12 comentários em “Dieta de cutting

  1. Diego,

    muito obrigada pela menção ao meu site!! A dieta primal/ ancestral suporta a atividade física de atletas, onde muitas vezes é importante o consumo de carboidratos de baixa carga glicêmica, como tubérculos. De qualquer maneira, o maior consumo de gordura e alimentos naturais é altamente benéfico em termos de performance, saúde e energia.
    Seja sempre bem vindo em nosso site!

    Abraços,

    Bruna Machado

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  2. Diego,

    muito obrigada pela menção ao meu site!! A dieta primal/ ancestral suporta a atividade física de atletas, onde muitas vezes é importante o consumo de carboidratos de baixa carga glicêmica, como tubérculos. De qualquer maneira, o maior consumo de gordura e alimentos naturais é altamente benéfico em termos de performance, saúde e energia.
    Seja sempre bem vindo em nosso site!

    Abraços,

    Bruna

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  3. Olá Diego,

    Obrigado por citar meu blog.

    Acho que o post que o Alex citou é este:
    http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br/2013/01/entrevista-com-staffan-lindeberg.html

    Neste post, o Dr. José Carlos faz uma afirmação bem interessante:
    “Como já disse em outra postagem, uma pessoa não precisa comer low carb para ser saudável – desde que os carbs sejam naturais e não refinados. CONTUDO, depois que esta pessoa já detonou seu pâncreas e/ou fígado comendo carbs refinados por décadas, o TRATAMENTO desta condição patológica (diabetes e/ou síndrome meatólica) implica a restrição de carboidratos, MESMO os naturais.”

    Abraços,
    Adolfo

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  4. Fala Diego, já li algumas matérias interessantes sobre alimentação saudável, e o que me chamou atenção foi o blog http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br/ .
    Nele li sobre uma ilha onde os nativos não tinham doenças que vemos no dia-a-dia. A alimentação era principalmente peixe e coco.
    Não encontrei a matéria, mas o nome era “Estamos com defeito?”. Achei muito interessante essa alimentação paleo.
    Ainda não consegui me livrar dos carbos, então faço uma dieta com baixo índice de carboidratos, e em duas semanas eliminei 2 quilos. Treino melhor e me sinto mais leve.

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    1. Fala amigão, blz?

      Então cara eu tbm encontrei esse blog e foi ai que mudou mu conceito. Eu já vinha comendo menos carbo, mas sem saber sobre essa dieta low carb.

      Farei una experiência rs.

      Tbm estou mais leve, mais disposto e nem me lembro mais que adorava pão.

      Hehehe

      Abraço,
      Diego

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