DE TUDO UM POUCO

Túnel de vento


Gosto quando algum programa, livro, música ou bate papo me motiva a treinar. É como se ingerisse um suplemento e este me fizesse disparar. Ontem a noite o SBT apresentou um programa irado sobre os limites do corpo, como pauta estavam o Ironman Brasil, ultramaratonas e alpinismo.

Bom, não preciso dizer que assistindo o programa quase sai correndo de tanta pilha que fiquei, mas já passava da 1h da manhã quando o programa acabou. Quem não conseguiu assistir vale a pena procurar na internet e conferir.

Acordei hoje tri cansado, mas ainda na pilha para fazer um treino de bike que estava previsto. Geralmente saio para pedalar bem cedo, mas como fiquei acordado até tarde e ainda tinha a manhã livre, então resolvi dormir um pouco mais e sai por volta das 9hs para um pedal de 50k.

O tempo estava meio estranho, abria sol, mas muitas nuvens e neblina, quase uma micro-garoa e da sacada do apto olhei para as árvores e elas balançavam um pouco, sinal que poderia ter um pouco de vento.

Estes dias havia comprado um lenço que vira gorro, balaclava, máscara, testeira, chapéu pirata, o negócio tem 1001 utilidades como o Bombril. Não havia experimentado o aparato e resolvi colocar ele na lida hoje.

Foi uma boa escolha, pois o vento estava muito forte, poderia até ter optado ao invés de pedalar ir velejar de kitsurf, pois hoje poderia dar uns saltos gigantes, mas era dia de pedal. Alias, eu não pedalava na rua desde minha estreia no triathlon no dia 08/07/12. Falta de tempo e também chuva.

No caminho encontrei 2 outros ciclistas que passaram voando por mim e dai fiquei pensando se a minha bike precisava de umas rodas melhores ou se ela precisava de um ciclista melhor e cheguei a conclusão que era a segunda opção. Preciso melhorar muito meu pedal, mas isso vem com o tempo e com muita estrada.

Embora ainda não esteja pedalando forte, estava mantendo um média de velocidade 32km/h, mas era a favor do vento e fui me animando e quando vi eu já havia rodado uns 20k a favor do vento e isso queria dizer que eu precisaria voltar todo esse percurso contra o vento e ai começou o perrengue.

Vim pedalando a 20km/h lento que nem tartaruga e puxando uma carroça como se fosse uma junta de boi. Nessa hora comecei a pensar no trabalho que os engenheiros fazem nos túneis de vento para desenvolver bikes e capacetes aerodinâmicos, utilizando materiais leves e resistentes como o carbono para melhorar a performance dos atletas.

Hoje sofri com o vento, mas ainda não tenho pedal suficiente para usar um capacete tipo gota ou melhor, tipo cabeça de Alien. Ainda tenho que comer muito feijão, furar muito pneu e rodar muito por ai!

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